segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Superlua e eclipse lunar no dia 28 de setembro




No último dia 29 apareceu a primeira Superlua do ano. Por ocasião da lua cheia, o satélite natural da Terra se destacou mais do que o normal, com o disco inteiramente iluminado pelo Sol. O fenômeno ocorre com a aproximação entre a lua e a Terra. Esse formato de ocorrência já foi registrado este ano em três oportunidades durante a lua nova, nos meses de janeiro, fevereiro e março.

A próxima Superlua será em 28 de setembro de 2015. A próxima data no calendário lunar é considerada de maior importância para a astronomia, quando também ocorre o eclipse lunar. “É quando a Lua passa pela sombra da Terra. Existem coisas que se pode estudar e trabalhos que podem ser feitos durante o eclipse, além de ser um espetáculo muito bonito e que estimula imaginação e a curiosidade pela astronomia”, observa o astrônomo Eugênio Reis, do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), no Rio de Janeiro.



O astrônomo Carlos Veiga, do Observatório Nacional (ON), também do Rio, explica que o fenômeno ocorre com a máxima aproximação da Terra - quando o ponto de órbita da lua está mais perto da Terra. Isso resulta da órbita da Lua ser levemente elíptica, e em algumas ocasiões ficar mais perto (perigeu) ou mais distante (apogeu) do nosso planeta.

“Então, esse movimento de afastamento e aproximação dá o que chamamos de diâmetro aparente da lua, quando o seu disco parece maior visto da Terra”, explica. “Portanto, o que se chama de Superlua é um acontecimento natural e todos esses fenômenos, como também a Lua Vermelha, estão ligados à distância entre a Terra e a lua, quando esses pontos celestes estão mais perto ou mais longe”, reforça.

No dia 27 de outubro ainda ocorre a menos interessante e a última das três Superluas, em fase de lua cheia deste ano.


Astrônomos encontram estrela em rota de colisão com a Terra

Astrônomos detectaram uma estrela em rota de colisão com a Terra. Ela levou o nome de Hipparcos 85.605. Mateus, do canal Assombrado, no Youtube, falou um pouco sobre o assunto. Confira no vídeo a seguir:



quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Por que plutão não é mais um planeta?

Plutão deixou de ser considerado um planeta desde 26 de agosto de 2006. Uma decisão da União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês), tomada em assembleia realizada na cidade de Praga (República Tcheca), classificou Plutão como um planeta anão. Desde então, passou a integrar o grupo de "pequenos corpos do Sistema Solar".

Objetos semelhantes a Plutão foram descobertos no início dos anos 2000 como Sedna, Éris, Quaoar, Haumea, Makemake e muitos outros. Considerados transnetunianos, esses corpos fazem parte de um grupo de planetas anões, devido ao pequeno tamanho, e suas órbitas estão além da órbit de Netuno, no Cinturão de Kuiper. 



Por causa de recentes descobertas, que contabilizam mais de 700 novos planetas fora do nosso Sistema Solar, além de mais de mil corpos transnetunianos catalogados, a IAU passou a classificar como planeta apenas o corpo que estiver em órbita em torno do sol; ter massa e gravidade suficiente para manter forma esférica e em equilíbrio hidrostático; e ser dominante em sua órbita (ter gravidade suficiente para atrair corpos menores ao longo de sua trajetória em volta do sol). Por não se enquadrar nesta última opção, Plutão deixou de ser considerado um planeta.

Características

Plutão possui cinco satélites naturais, que são Caronte, Hix, Hidra, Cérbero e Estige. Caronte, o maior deles, tem a metade do tamanho do planeta anão.

Ele está a uma distância média de 5,9 bilhões de quilômetros do sol, pelo qual leva 248 anos para dar uma volta.

Um dia em Plutão equivale a seis dias e nove horas na terra; lá, a temperatura chega aos 218 graus abaixo de zero. O diâmetro do objeto é de 2.350 quilômetros, menor que o da Lua. 



Saiba mais

Plutão foi o primeiro planeta descoberto por meio da fotografia astronômica. O astrônomo Percival Lowel, suspeitando de perturbações nas órbitas de Urano e Netuno, dedicou vários anos a calcular a órbita do objeto, deduzindo que deveria haver um outro planeta além dessas órbitas. Lowel publicou seu trabalho em 1915. Em seguida, o observatório americano que leva seu nome passou a vasculhar uma certa região do céu. 

Percival Lowel morreu em 1916. Em janeiro de 1930, 14 anos após sua morte, o jovem astrônomo Clyde Tombaugh, contratado para trabalhar no Observatório Lowel, recebeu a tarefa de fotografar o céu durante vários dias e observar se algum objeto se movimentava entre as estrelas. E foi assim que, por meio de fotografias tiradas nas noites de 23 e 29 de janeiro de 1930, Tombaugh confirmou a o movimento de Plutão. 

O Observatório Lowel recebeu centenas de sugestões de nomes para o novo planeta de várias partes do mundo. Mas o que vingou foi o sugerido por Venetia Burney, uma criança inglesa de 11 anos.


Se a Terra parasse de girar de uma vez, o que aconteceria?

Sabemos que nosso planeta se mantém girando constantemente e que, caso ele parasse repentinamente, certamente sofreria danos catastróficos. Mas como seria?



No vídeo a seguir você descobrirá o que provavelmente aconteceria se a Terra parasse.




quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Seu nome pode ser levado até Marte

Mesmo que você nunca viaje até Marte, seu nome pode chegar até o planeta vermelho. E é mais fácil do que parece. Basta se cadastrar num programa de "milhagem" da Nasa, o Mars Boarding Pass, até o dia 8 de setembro de 2015.


A agência espacial dos Estados Unidos vai gravar o nome de 1,3 milhão de pessoas em um chip de silício que será enviado ao planeta na nave InSight.

A missão, que terá o custo em torno de US$ 425 milhões, está prevista para ser lançada em março do ano que vem na Califórnia. Quem se inscrever poderá imprimir um cartão de embarque e no decorrer da missão acumulará pontos.



A InSight, que até chegar ao seu destino viajará por sete meses, levará equipamentos científicos para exploração de Marte.



Lançada em dezembro de 2014 em uma missão não tripulada, a Orion EFT-1 levou 1,38 milhão de nomes ao espaço.

A estimativa é de que em 2030 a Nasa envie astronautas ao planeta.



terça-feira, 25 de agosto de 2015

Conheça Kepler 186f, um planeta parecido com a Terra

Mateus, do canal Assombrado, no Youtube, publicou um vídeo no qual fala um pouco sobre o planeta Kepler 186f, descoberto em 17 de abril de 2014, bem parecido com a Terra.





Confira:


Atualização para GPS iGO 8 - 2015

Baixe já a atualização de 2015 para GPS. Está disponível a versão 2015 do iGO 8 My Way 2015.









Clique aqui e saiba como baixar.



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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O que aconteceria com o planeta se não tivesse ninguém?

Já pensou se todas as pessoas do planeta Terra sumissem de uma vez? Quais colapsos poderiam acontecer? As cidades morreriam e a natureza tomaria conta de tudo. Quais animais sobreviveriam?



 

Ficou curioso e quer saber como isso ocorreria?

O canal Assombrado publicou um vídeo de como seria a Terra sem os humanos, confira:




quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Primeiro satélite nacional nomeia região em Plutão

Após viajar cerca de nove anos, a sonda New Horizons realizou no dia 14 de julho último, o primeiro sobrevoo sobre o gélido planeta-anão, Plutão. Desde então, a sonda da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) tem enviado dados à Terra, fornecendo informações sobre regiões e revelando feições e características do maior objeto do Cinturão de Kuiper e suas luas.



Em uma das áreas já nomeadas da superfície de Plutão, homenageia-se o primeiro satélite brasileiro, o Satélite de Coleta de Dados 1 (SCD-1), lançado ao espaço em 9 de fevereiro de 1993, por meio de um foguete do tipo Pegasus, e que está em pleno funcionamento.

Em 28 de julho, o local foi batizado em português como “Coleta de Dados”, e está na área mais brilhante do planeta-anão, apelidada de Coração, a vasta Região Tombaugh (em homenagem ao descobridor de Plutão, Clyde Tombaugh) de 1.590 quilômetros, que abriga principalmente vales e planícies suaves, no qual umas das áreas recebe o nome de Sputnik Planum (referência ao primeiro satélite enviado ao espaço), compondo o lóbulo ocidental, localizado ao lado esquerdo das planícies da Região Tombaugh, segundo informações da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Em uma campanha que ocorreu entre março e abril últimos, a equipe da New Horizons solicitou nomes para batizar área na superfície de Plutão e sua maior lua, Caronte, desta forma definindo dez categorias de onde os nomes deveriam provir; como cientistas e engenheiros, exploradores e viajantes da ficção, exploradores históricos e missões espaciais e aeronaves.
Sugestões – A equipe do Grupo de Observação Astronômica de Santo André (Goasa), na região metropolitana de São Paulo, sugeriu alguns nomes referentes à astronáutica nacional brasileira, no qual a Nasa aprovou e indicou o Coleta de Dados à União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês), que aguarda analise e aprovação.

A campanha online promoveu uma votação de nomenclaturas, o único das listas com referência ao Brasil foi do SCD-1, estabelecendo-se em quinto lugar na categoria missões espaciais e aeronaves com 12 nomes selecionados ao total, tendo 90% dos votos provindos da América do Sul e Central, tornando-se o favorito entre os dois subcontinentes.
Além de Plutão, a lua Caronte, é preenchida com nomes de ficções científicas, como Mancha de Mordor, Cratera Vader e Cratera Spock.

Enquanto a New Horizons envia mais informações sobre o planeta-anão mais famoso durante um ano e meio aproximadamente, revelando mais detalhes de Plutão, a Nasa e a IAU se ocuparão no desenvolvimento da nomenclatura de espécies de relevos e além de acidentes geográficos, transformando nosso conhecimento do sistema plutoniano.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

"Perdido em Marte" será lançado em outubro

A Fox Film lança em outubro nos EUA o filme "Perdido em Marte". O longa, dirigido por Ridley Scott, é baseado no best-seller homônimo de Andy Weir.

Confira o trailer oficial dublado:


Na história, o astronauta Mark Watney, da Nasa, vivido pelo ator Matt Damon (foto abaixo), é uma das primeiras pessoas a caminhar no planeta vermelho. Entretanto, devido a complicações causadas por uma tempestade de poeira, Mark é deixado para trás por sua tripulação e pode se tornar a primeira pessoa a morrer em Marte. Com apenas poucos suprimentos, o astronauta conta com sua criatividade e inteligência, embora as possibilidades e probabilidades estejam todas contra ele, e luta para sobreviver.

Foto: Bill Ingalls/Nasa

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Astronauta captura imagem de aurora boreal direto da ISS

Scott Kelly, astronauta da Nasa, conseguiu capturar uma rara e impressionante imagem da aurora boreal direto da Estação Espacial Internacional (ISS).


segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Internauta posta foto do céu em Itabira

O internauta Raphael Portilho compartilhou em seu perfil no Facebook uma foto do céu estrelado, em meio à madrugada, em Itabira (MG).





"Itabira está entre as 10 melhores cidades brasileiras para se observar as estrelas. 
Decidi comprovar e compartilhar o nosso céu... esse céu que observo desde criança... que me encanta... me cativa...", escreveu Portilho.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

A evolução do Universo ao som de Nightwish

Fãs de Nightwish, banda de metal finlandesa, criam vídeo que mostra desde o início da criação do Universo até nossas origens.


quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Vida é improvável em exoplanetas

Uma "super-Terra" é um planeta que tem tamanho e massa semelhantes à Terra, mas não tão grande a ponto de que sua superfície seja cercada por esferas de gás. Se o exoplaneta está na zona habitável de sua estrela e tem uma atmosfera agradável, poderia abrigar vida, mas isso não é comprovado.

Não são conhecidas "super-Terras" em nosso sistema solar. Elas estão em sistemas planetários extra-solares. Com a tecnologia dos telescópios da atualidade, a maioria dos exoplanetas foi encontrada nas proximidades de estrelas anãs vermelhas de classe M (menores que o sol) ou de classe G (semelhante ao sol). Estrelas que são maiores e brilham mais que o sol iriam simplesmente lavar as "super-Terras" para fora do sistema e tornar seu campo gravitacional muito pequeno.


Ainda não há nenhuma definição consensual sobre como pode nascer um exoplaneta, mas muitos cientistas pensam que os planetas que não são maiores do que 1,6 vezes o raio da Terra provavelmente ainda serão rochosos, segundo afirma Sara Seager, professora de ciência planetária e física do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA), que estuda exoplanetas.

De acordo com ela, planetas que são muito maiores poderiam ter uma atmosfera inóspita, podendo ficar espessa e opressiva, diferente da atmosfera relativamente fina e transparente da Terra, que permite a entrada da luz solar. Mas mesmo se um planeta tem o tamanho certo, não está claro quão provável é para abrigar vida.

"Um planeta é habitável se, por definição, tem superfície de água líquida, mas não há garantia de que esses exoplanetas têm superfície de água líquida", disse Sara Seager.

A professora faz parte de um grupo de trabalho sobre a proposta Transiting Exoplanet Survey Satellite (Tess), que poderia ser usado para procurar "super-Terras". O projeto vai observar planetas que estão a apenas algumas centenas de anos-luz de distância, diferentemente do telescópio Kepler, da NASA, que procura planetas milhares de anos-luz da Terra.

"A esperança é que alguns desses planetas têm atmosferas que podemos estudar", falou Sara Seager. Enquanto as "super-Terras" ainda são pequenas e difíceis de analisar, ela afirma que pode ser possível aprender sobre a composição atmosférica desses planetas que estão perto de pequenas estrelas.

Luz do Universo está morrendo, aponta estudos

Uma equipe internacional de cientistas divulgou um estudo que diz que o Univero está morrendo lentamente. Os pesquisadores concluíram que a energia produzida por 200 mil galáxias hoje é duas vezes menor que há 2 bilhões de anos.

Até agora, os cientistas fizeram as medições mais precisas de energia em uma ampla zona do espaço. O estudo aponta que a quantidade de energia produzida reduziu pela metade e não para de cair.

"A partir de agora, o Universo está fadado ao declínio", afirmou Simon Driver, integrante do Centro Internacional de Pesquisas Radioastronômicas (Icrar), da Austrália.

"O Universo se estirou no sofá, se cobriu com uma manta e se prepara para um sono eterno", completou ele.



Sete dos telescópios mais potentes do mundo foram usados para observar durante oito anos galáxias em 21 longitudes de onda diferentes (como infravermelhas ou ultravioletas), no âmbito do estudo Gama.

Há uma liberação constante de energia nova graças à fusão termonuclear das estrelas. "Esta energia nova ou é absorvida pela poeira ou viaja [pelo espaço] até que se choca em algo como uma estrela, um planeta", disse Simon Driver.

Segundo os cientistas, há muito tempo o ritmo de criação de estrelas no Universo está em declínio. Porém, a pesquisa mostra que a produção de energia diminui de forma semelhante nas diferentes longitudes de onda.

Colaboraram no projeto mais de 100 pesquisadores de 30 universidades australianas, norte-americanas e europeias.

Imagens de satélites da NASA mostram a proliferação de algas em lagos na fronteira dos EUA com o Canadá

Imagens feitas por satélite mostram a proliferação de algas nos Lagos Erie, que fica em cidades nos Estados Unidos e Canadá.




quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Chuva de meteoros poderá ser vista hoje a olho nu

Conhecida como Perseidas, a chuva de meteoros com detritos do cometa Swift-Tuttle atingirá seu ponto máximo e os aerólitos (meteoritos rochosos) poderão ser observados na noite desta quarta-feira e na madrugada desta quinta.
Observadores poderão assistir a um verdadeiro show astronômico durante a próxima madrugada. Cerca de 100 estrelas cadentes poderão ser vistas por hora até mesmo a olho nu.


O fenômeno acontece porque, ao entrarem na órbita terrestre, os aerólitos pegam fogo devido ao atrito com a atmosfera.
No Brasil, quem mora nas regiões Norte e Nordeste serão privilegiados com uma visão ainda melhor da chuva de meteoros, por causa da trajetória do cometa.
Para quem quer observar o céu a olho nu, o ideal é fugir dos grandes centros urbanos e procurar lugares altos e menos luminosos. Em locais mais escuros a visualização é menos ofuscada.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Astronauta da Nasa posta foto do nascer do sol na costa oeste dos EUA


O astronauta Scott Kelly, da Nasa, atualmente em missão na Estação Espacial Internacional (ISS), tirou foto do nascer do Sol na costa oeste dos Estados Unidos e postou nas mídias sociais.

sábado, 8 de agosto de 2015

Estamos sozinhos no universo?

Assista ao vídeo e entenda o por quê  de ainda não termos encontrado nenhuma vida fora do planeta terra:




E fica a pergunta estamos sozinhos no universo? Será que somos a primeira civilização a passar por todos os filtros que extinguiram a vida em outros sistemas? Não sabemos as respostas pra isso, mas são essas perguntas que tornam a vida e a busca por conhecimento tão especiais!

Um abraço!

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Telescópio Hubble capta imagem da Nebulosa NGC 6818


Foto: ESA/Hubble & NASA


Chamada de NGC 6818, essa bolha colorida é uma nebulosa planetária. Ela fica na constelação de Sagittarius, o Arqueiro, a cerca de 6 mil anos-luz da Terra. O rico brilho da nuvem tem pouco mais de meio ano-luz de diâmetro, gigantesca se comparada com a pequena estrela central, mas ainda assim uma pequena joia na escala cósmica.

O Hubble captou a imagem dessa nebulosa pela primeira vez em 1997, usando uma mistura de filtros que destacavam a emissão do oxigênio e do hidrogênio ionizados. A imagem atual foi feita a partir da mesma câmera do telescópio, porém com filtros diferentes para revelar uma outra visão da nebulosa.