Enceladus, a sexta maior lua de Saturno, é vista a partir de uma câmera na nave espacial Cassini, de uma distância aproximada de 112.000 quilômetros.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Cientistas flagram "estrela da morte" destruindo planeta
Cientistas do Instituto Harvard-Smithsonian avistaram um planeta rochoso ser destruído por uma estrela anã branca. Essa foi a primeira vez que pesquisadores da área de astronomia conseguiram ver algo do tipo. O objeto está na constelação de Virgem, a cerca de 570 anos-luz da Terra.
A descoberta foi feita pelo observatório Kepler K2, da Nasa. Os cientistas monitoram as sombras produzidas quando há uma colisão entre um corpo celeste e uma estrela.
A luminosidade teve uma queda regular a cada 4,5 horas, segundo informou Kepler, colocando o planeta em uma órbita em torno de 850.000km distante da estrela. Dessa forma, extensão entre os dois objetos é aproximadamente duas vezes a distância da Terra à Lua.
“Isso é algo que nenhum humano viu antes. Estamos assistindo a um sistema solar sendo destruído”, afirmou o autor do estudo, Andrew Vanderburg.
Ele fez observações adicionais com outros dois telescópios terrestres, o Minerva e o MMT. Ao combinar os dados captados, o cientista afirma ter encontrado sinais de material extra orbitando entre 4,5 e 5 horas.
Vanderburg disse ter descoberto ainda que o choque escureceu a estrela em 40% e que o rastro do objeto possui o mesmo padrão de um cometa. Por causa disso, segundo ele, ambas as particularidades sugerem a presença de uma nuvem de poluição em torno do fragmento.
A quantidade de poeira é tão grande que tem a massa do planeta anão Ceres (de tamanho aproximado do estado do Texas, nos EUA).
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Nasa divulga imagem que mostra buraco coronal do Sol
A Nasa divulgou nesta quarta-feira (14) uma imagem que mostra a área escura na parte superior do Sol, que é um buraco coronal.
Se trata de uma região do Sol onde o campo magnético está aberto para o espaço interplanetário e permite envio de material coronal acelerando, também conhecido como fluxo de vento Solar de alta velocidade.
O vento Solar de alta velocidade, proveniente deste buraco coronal, criou uma tempestade geomagnética perto da Terra que resultou em várias noites de auroras.
Esta imagem foi tomada em comprimentos de onda de 193 Angstroms, que é invisível aos nossos olhos e é tipicamente colorida em bronze.
Se trata de uma região do Sol onde o campo magnético está aberto para o espaço interplanetário e permite envio de material coronal acelerando, também conhecido como fluxo de vento Solar de alta velocidade.
O vento Solar de alta velocidade, proveniente deste buraco coronal, criou uma tempestade geomagnética perto da Terra que resultou em várias noites de auroras.
Esta imagem foi tomada em comprimentos de onda de 193 Angstroms, que é invisível aos nossos olhos e é tipicamente colorida em bronze.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Confira nossas imagens do Universo
Já temos um álbum de fotos. Confira impressionantes imagens feitas pela equipe do Universo em Foco.
foto: Vidmar Fernandes
Clique aqui e acesse a galeria.
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